Poetas – Compositores – Músicos – Fadistas

“E é isto que é preciso meus senhores, p’ró fadinho ser cantado com todos os matadores”

Agradeço a colaboração

de

Fernando Batista - Porto * Manuel Carvalho - Porto * Maria de Lurdes Brás * Ilídio Dias * Vilma Joaquim Perez - Santos - Brasil


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sábado, 1 de março de 2008

Mário Rainho

Nasceu em (1951) é um poeta, autor, guionista e encenador português.
Fez os seus estudos nas Ordens Religiosas: Dominicano, Franciscanos e Jesuítas. Em 1966 começou a cantar e em 1970 gravou para várias editoras.
Profissionalmente destaca-se com os poemas que escreveu para fados e canções; a estreia como autor teatral no Teatro Vilarett, com a revista “Ora Bate, Bate Manso”; como co-autor com Henrique Santana, Eduardo Damas e Carlos Ivo da revista “Quem tem ecu tem medo”, no teatro Maria Vitória; autor, com Francisco Nicholson, Nuno da Nazareth Fernandes, Gonçalves Preto e Marcelino Mota, da revista “Lisboa Meu Amor” no teatro ABC, bem como a revista “Mamã Eu Quero”. Voltando ao teatro Maria Vitória, foi autor e chefe de parceria das seguintes revistas: “Ora Bolas Pró Parque”, “Aqui Há Muitos, Gatos”, “Ó Trolaré, Ó Troilará” e “Tem a Palavra a Revista”.
Escreveu ainda, em parceria com Filipe La Féria, para a RTP, o programa “Cabaret”.
A partir de 2000 foi co-autor, chefe de parceria e encenador das revista: “2001, Odisseia no Parque”, “Lisboa Regressa ao Parque”, “Vá P’ra Fora ou Vai Dentro”, “Arre Potter que é Demais!” e “A Revista é Linda!”. No que toca à televisão, foi co-autor dos programas: “Quem Casa Quer Casa!”, “Ora Bolas Marina”, “Marina Dona Revista”, “Bora lá Marina” e “Cabaret”.
Como poeta, Mário Rainho é cantado por nomes do fado e da música ligeira como Ada de Castro, Ana Moura, António Zambujo, Camané, Carlos Zel, Cidália Moreira, Jorge Fernando, Mafalda Arnault, Maria Armanda, Maria da Fé, Mariza, Vasco Rafael, entre muitos outros.
Em 1999, foi distinguido como melhor autor com o Prémio Pateota, no mesmo ano, ainda, recebe as Máscaras de Ouro do Teatro Ligeiro.
Em 2001 volta a ser considerado o melhor autor e distinguido de novo com o Prémio Pateota. Pelo seu trabalho, foi o primeiro poeta vivo, a ser homenageado pela Casa do Fado e da Guitarra Portuguesa e pela Câmara Municipal de Lisboa.
Em Novembro de 2006 recebeu, no teatro S. Luís, o prémio Melhor Poeta do Ano da Fundação Amália Rodrigues.
2007 faz direcção de actores na série O Quinto Poder para a Rede Record produzida pela ProImage 7.
Director de actores da série O Quinto Poder produzida pela ProImage 7, para a Rede Record.